Impedir a convivência com os avós pode gerar consequências jurídicas
Nem todo comportamento de um pai ou mãe é protegido pela lei.
Muitas vezes, após o término do relacionamento, os filhos acabam sendo colocados no centro de conflitos que pertencem aos adultos.
E uma das situações mais comuns é impedir, sem justificativa, a convivência da criança com familiares que possuem vínculo afetivo importante, como os avós.
❌ É importante lembrar: filho não é propriedade.
A criança não pertence ao pai, não pertence à mãe e não deve ser usada como instrumento de punição, vingança ou controle.
Quando a convivência com os avós é saudável e benéfica para o desenvolvimento da criança, impedir esse contato de forma injustificada pode gerar consequências jurídicas e, em alguns casos, até a intervenção do Poder Judiciário.
O que deve prevalecer não é a vontade dos adultos, mas o melhor interesse da criança.
Se você conhece alguém que precisa entender essa mensagem, compartilhe este post.
Conteúdo informativo. Cada situação exige análise individual por profissional habilitado.
Falar com o escritório